Início
Institucional
Mesa Diretora
Bancadas Parlamentares
Blocos Parlamentares
Comissões
Frentes
Parlamentares
Audiências Públicas
Documentos Administrativos
Pesquisar Documentos Administrativos
Atividade Legislativa
Matérias Legislativas
Pautas das Sessões
Relatórios
Sessões Plenárias
Normas Jurídicas
Pesquisar Normas Jurídicas
Câmara Municipal de Itaúna - MG
Sistema de Apoio ao Processo Legislativo
Abertura
Dados Básicos
Mesa
Presença
Ausência
Explicações Pessoais
Ocorrências da Sessão
Considerações Finais
Retirada de Pauta
Expedientes
Correspondências
Expediente Diversos
Matérias do Expediente
Oradores do Expediente
Ordem do Dia
Matérias da Ordem do Dia
Presença na Ordem do Dia
Oradores da Ordem do Dia
Resumo
Resumo
Expediente Diversos
(255ª Extraordinária)
Expedientes do Prefeito
<p>Nada a registrar.</p>
Expediente dos Vereadores
<p>Foi lido Ofício do vereador Leonardo Alves dos Santos, justificando sua ausência na presente reunião.</p> <p>O vereador Antônio José de Faria Júnior entregou, no início da reunião, justificativa de ausência do vereador José Humberto Santiago Rodrigues (documento sem assinatura), e pediu que o documento fosse lido pela Secretária Márcia Cristina Silva Santos, no que foi atendido.</p>
Expediente de Terceiros
<p>Nada a registrar</p>
Comentários diversos
<p>- Foi lido Recurso do vereador Guilherme Rocha, com pedido de rejeição do Relatório Final e prosseguimento da CPI instaurada pela Portaria 42/2025, sobre “Denúncias de possíveis irregularidades na utilização da estrutura de comunicação institucional da Câmara Municipal de Itaúna MG”. Em seguida, foi lido Parecer da Procuradoria da Câmara, que opinou contra o acatamento do Recurso.</p> <p>O vereador Guilherme Rocha apresentou críticas ao relatório final da CPI, argumentando que "a parte técnica está errada". Afirmou que, apesar da opinião da Procuradoria, a decisão é do Plenário, e afirmou que, dependendo do resultado, a votação de seu recurso pelo Plenário pode produzir "risco jurídico".</p> <p>O vereador Gustavo Dornas Barbosa ressaltou que solicitou parecer jurídico da Procuradoria antes de instaurar a CPI por meio da Portaria 42/2025.</p> <p>O vereador Wenderson Arlei da Silva contestou o parecer da Procuradoria sobre o recurso apresentado pelo vereador Guilherme Rocha, alegando que o Plenário não pode ser "proibido" de reconhecer eventuais nulidades processuais no andamento da CPI.</p> <p>O vereador Kaio Guimarães concordou com o Parecer da Procuradoria, e comentou que o vereador Guilherme Rocha impetrou mandado de segurança contra o Vice-Presidente Gustavo Barbosa, sobre alegada ilegalidade da instauração da CPI, e ressaltou que o Poder Judiciário negou o mandado de segurança, por entender que a CPI foi corretamente instaurada.</p> <p>O vereador Alexandre Campos argumentou que, no seu entender, o relatório da CPI não condiz com a "realidade" que "todos estão percebendo", e que "estão querendo blindar" pessoas investigadas, possivelmente com o intuito de impedir futuras investigações. Com relação ao mandado de segurança citado pelo vereador Kaio Guimarães, Alexandre afirmou que a Justiça negou "apenas uma liminar", pois segundo ele não decidiu ainda sobre o mérito do mandado de segurança impetrado pelo vereador Guilherme Rocha.</p> <p>O vereador Wenderson Arlei da Silva ressaltou que o que se questiona é o fato de as reuniões da CPI não terem sido realizadas no plenário, o fato de as reuniões não terem sido transmitidas pela Câmara, e o fato de o presidente da CPI ter restringido a participação do advogado do vereador Guilherme Rocha em uma das reuniões da CPI, e reiterou sua opinião favorável ao Recurso.</p> <p>O Vice-Presidente Gustavo Barbosa ressaltou que não interrompeu a reunião da CPI realizada no dia 31 de dezembro de 2025, pois no seu entender a reunião estava paralisada. Ressaltou que as reuniões da CPI são públicas, mas durante a reunião da CPI do dia 31/12/2025 o próprio advogado do vereador Guilherme Rocha relutou em informar que estava representando Guilherme na reunião.</p> <p>A vereadora Márcia Cristina Silva Santos comentou que, na Comissão Processante que analisou a ausência injustificada do vice-prefeito, ninguém cobrou a realização das reuniões no plenário, como ocorreu com a reunião da CPI.</p> <p>O vereador Kaio Guimarães ressaltou que o próprio Juiz de Direito argumentou que não havia motivos para questionar a composição da CPI. Kaio afirmou que há muito mais em discussão do que simplesmente uma "CPI do Itaunense", e lembrou que o vereador Aleandre Campos era presidente da Mesa Diretora quando veio à tona a operação "Carona Sinistra", da Polícia Federal, que investigou irregularidades em contratos de órgãos públicos (entres eles a Câmara de Itaúna) com empresas de publicidade e jornais da região.</p> <p>O Presidente Antônio de Miranda Silva lembrou que ele próprio fez questão de assinar o requerimento inicial que pediu a instauração da CPI. Lembrou que, para manter a isenção, passou a direção dos trabalhos da Mesa relativos ao andamento da CPI para o Vice-Presidente Gustavo Barbosa. Ressaltou que o recurso apresentado pelo vereador Guilherme está extrapolando o Artigo 32, § 2º, do Regimento Interno, motivo pelo qual pediu que o Plenário votasse contra o recurso.</p> <p>O Presidente Antônio de Miranda Silva colocou em votação o <strong>Recurso</strong>, sendo o mesmo <strong>rejeitado</strong>, com <span style="text-decoration: underline;">7 votos favoráveis</span> (dos vereadores Alexandre Campos, Ana Carolina Silva Faria, Guilherme Rocha, Antônio José de Faria Júnior, Rosse Andrade Silva, Lacimar Cezário da Silva e Wenderson Arlei da Silva), <span style="text-decoration: underline;">7 votos contrários</span> (dos vereadores Aristides Ribeiro de Carvalho Filho, Giordane Alberto Carvalho, Dalmo Assis de Oliveira, Gustavo Dornas Barbosa, Israel Antônio Lúcio Neto, Kaio Guimarães e Márcia Cristina Silva Santos) e <span style="text-decoration: underline;">voto de minerva (contrário)</span> do Presidente Antônio de Miranda Silva.</p> <p>Antes de encerrar a reunião, o Presidente Antônio de Miranda Silva informou que a Mesa Diretora está promovendo uma série de reformas no prédio da Câmara, incluindo alterações nas instalações elétricas, no sistema de ar-condicionado e na rede de computadores, entre outras.</p>
Tribuna da Casa
<p>Nada a registrar</p>
Comunicações Parlamentares Iniciais
<p>Nada a registrar</p>
Participação Popular
<p>Nada a registrar</p>
Comunicações Parlamentares Finais
<p>Nada a registrar</p>